Luz do Passadico

ABNT NBR 15597 Subseção 5.5.10
Iluminação da caixa
A caixa deve ter iluminação adequada. Onde a iluminação não for adequada, ela deve ser instalada conforme definido em 5.9 da ABNT NBR NM 207:1999.
ABNT NBR NM 207:1999 5.9
Iluminação da caixa
A caixa deve ser provida com iluminação elétrica de instalação permanente, proporcionando iluminação mínima de 20 lx durante reparos e manutenção, mesmo quando todas as portas estão fechadas.
Esta iluminação deve compreender uma lâmpada a 0,5 m em cada um dos pontos mais alto e mais baixo da caixa e lâmpadas intermediárias com distância entre elas não superior a 7 m. Se for feito uso da exceção prevista no caso particular de 5.2.1, esta iluminação pode não ser necessária, se a iluminação elétrica existente nas vizinhanças da caixa for suficiente.
Capítulo 5 - Notas NOTA 1 -Avaliação das forças verticais durante a atuação do freio de segurança.
A força (N) em cada guia durante a atuação do freio de segurança pode ser avaliada aproximadamente aplicando as seguintes fórmulas:
a) freio de segurança instantâneo:
1) exceto o tipo de rolo cativo, 25(P+Q);
2) rolo cativo, 15(P+Q).
b) freio de segurança progressivo, 10(P+Q) onde:
P é a soma da massa do carro vazio e as massas da porção dos cabos de comando e elementos da compensação (se instalada) suspensos no carro (kg);
Q é a carga nominal (kg).
NOTA 2 -Avaliação da reação no fundo do poço no instante da atuação do freio de segurança ou na atuação dos pára-choques
As reações (N) podem ser avaliadas como segue:
ü Debaixo de cada guia:
Dez vezes a massa da guia (kg) mais a reação (N) no instante da atuação do freio de segurança (se as guias estão suspensas, a reação nos pontos de fixação devem ser avaliadas por analogia com o caso de guias apoiadas no fundo do poço);
ü -Debaixo dos suportes dos pára-choques do carro:
40 vezes a massa (kg) do contrapeso.
NOTA 3-Gráfico ilustrando as folgas superiores.Ver a figura 1.
Carga nominal, (masa)/ Carga nominal, (massa)
Superficie útil máx. de cabina/ Área máxima da cabina
Carga nominal, (masa)/ Carga nominal, (massa)
Superficie útil máx. de cabina/ Área máxima da cabina
kg
m 2
kg
m 2
300
0,90
1000
2,40
375
1,10
1050
2,50
400
1,17
1125
2,65
450
1,30
1200
2,80
525
1,45
1250
2,90
600
1,60
1275
2,95
630
1,66
1350
3,10
675
1,75
1425
3,25
750
1,90
1500
3,40
800
2,00
1600
3,56
825
2,05
2000
4,20
900
2,20
2500 a)
5,00
975
2,35
a) Por encima de 2 500 kg, añadir 0,16 m2por cada 100 kg más./ Acima de 2500 kgacrescente 0,16 m 2 para cada 100 kg adicionais.
Para cargas intermedias se determina la superficie por interpolación linePara cargas intermediárias a área é determinada porinterpolação line
al/ar.
ABNT NM 207:1999 5.2.1
Cada caixa deve ser totalmente fechada por paredes, pisos e tetos sem perfurações, como definido em 5.3.
As únicas aberturas permitidas são:
a) aberturas para portas de pavimento (ver capítulo 7);
b) aberturas para portas de inspeção e emergência da caixa e portinholas de inspeção;
c) aberturas para saída de gases e fumaças em caso de incêndio;
d) aberturas de ventilação (5.2.3);
e) aberturas permanentes entre a caixa e as casas de máquinas e de polias.
Caso particular3)
Onde não se exige que a caixa contribua na proteção do edifício contra a propagação do fogo, pode- se admitir:
a) limitar a altura das paredes, que não correspondam aos lados dos acessos, a um valor de 2,5 m acima dos locais onde as pessoas possam normalmente chegar;
b) utilizar sobre os lados dos acessos proteções de tela ou chapa perfurada acima de 2,5 m do nível do piso de acesso (estas proteções não são exigidas se a porta da cabina está travada mecanicamente (5.4.4)).
As dimensões das malhas ou furos devem ser no máximo 50 mm, medidas horizontal e verticalmente.
Se a proteção for de vidro, este deverá ser laminado de segurança e atender ao anexo G.
ABNT NBR NM 207:1999 5.3
Paredes, piso e teto da caixa
A estrutura da caixa deve ser capaz de suportar pelo menos as cargas que podem ser aplicadas pela máquina, pelas guias durante a atuação do freio de segurança, ou nos casos de carga descentrada na cabina, pela ação dos pára- choques, ou aquelas aplicadas pela trava anti-pulo da polia de compensação.
As paredes, piso e teto da caixa devem ser construídos com materiais resistentes ao fogo, duráveis, que não soltem pó e tenham resistência mecânica suficiente; as paredes laterais da caixa devem possuir acabamento liso e de cor clara, admitindo-se o acabamento sem rebocar desde que ele seja de textura equiparável à do concreto à vista.
ABNT NBR NM 207:1999 5.2.3
Ventilação da caixa
A caixa deve ser convenientemente ventilada e não deve ser utilizada para ventilação de locais alheios ao serviço dos elevadores.
Devem ser previstas aberturas de ventilação, na parte superior da caixa, com área total de no mínimo 1% da seção transversal da caixa. Esta ventilação poderá ser feita diretamente do exterior ou da casa de máquinas ou casa de polias.
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