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ABNT NBR 15597 Subseção 5.5.9


Dispositivo de parada no poço e na casa de polias

O poço e casa de polias devem ter dispositivos de parada de acordo com 5.7.2.4 e 6.4.5

da ABNT NBR NM 207:1999.
ABNT NBR NM 207:1999 5.7.2.4

5.7.2.4 Deve existir no poço, disponível para o pessoal de manutenção:
a) um interruptor, facilmente acessível da porta de acesso e do piso do poço, que pare o elevador e mantenha-o parado e que não tenha risco de engano sobre a posição de parada correspondente (ver 15.7);
Um interruptor adicional poderá ser requerido se estas condições não puderem ser atendidas simultaneamente por um único interruptor.

Este(s) interruptor(es) deve(m) atender os requisitos de 14.2.2.2.
b) Uma tomada elétrica atendendo 13.6.2;
c) Meios para ligar a iluminação da caixa (5.9).
ABNT NBR NM 207:1999 15.7

Poço
Sobre ou junto ao interruptor de parada do poço deve estar o símbolo ‘STOP’, colocado de modo que não haja perigo de engano sobre a posição de parada.

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.2.2
Outros dispositivos de parada
Os dispositivos de parada devem ser providos para parar e manter o elevador fora de serviço, incluindo as portas e deve estar situado:

a) No topo da cabina, numa posição facilmente acessível e no máximo a 1 m a partir do ponto de entrada para o pessoal de manutenção ou inspeção (Este dispositivo pode estar localizado próximo da botoeira de inspeção, se ele não estiver colocado mais que 1 m do ponto de acesso) (8.14);
b) Na casa de polias (6.4.5);
c) No poço (5.7.2.4).

ABNT NBR NM 207:1999 13.6.2

Devem ser previstas tomadas elétricas no topo da cabina, instaladas em locais visíveis e acessíveis. A alimentação para as tomadas elétricas no topo da cabina, nas casas de máquinas, na casa de polias (se existir) e no poço devem ser derivadas dos circuitos referidos em 13.6.1.
Essas tomadas elétricas são do tipo:
ü Dois pólos mais terra, 250 V, alimentados
ü Alimentadas a muito baixa tensão de segurança, de acordo com CENELEC HD 384.4.41 S1 item 411.
NOTA - O uso das tomadas elétricas acima não implica que o cabo de alimentação tenha uma área de seção transversal correspondente à corrente da tomada elétrica.
A área da seção transversal dos condutores pode ser menor, desde que tais condutores estejam corretamente protegidos contra correntes excessivas.

ABNT NBR NM 207:1999 5.9


Iluminação da caixa
A caixa deve ser provida com iluminação elétrica de instalação permanente, proporcionando iluminação mínima de 20 lx durante reparos e manutenção, mesmo quando todas as portas estão fechadas.
Esta iluminação deve compreender uma lâmpada a 0,5 m em cada um dos pontos mais alto e mais baixo da caixa e lâmpadas intermediárias com distância entre elas não superior a 7 m. Se for feito uso da exceção prevista no caso particular de 5.2.1, esta iluminação pode não ser necessária, se a iluminação elétrica existente nas vizinhanças da caixa for suficiente.

Capítulo 5 - Notas NOTA 1 -Avaliação das forças verticais durante a atuação do freio de segurança.
A força (N) em cada guia durante a atuação do freio de segurança pode ser avaliada aproximadamente aplicando as seguintes fórmulas:
a) Freio de segurança instantâneo:

1) Exceto o tipo de rolo cativo, 25(P+Q);
2) Rolo cativo, 15(P+Q).
b) Freio de segurança progressivo, 10(P+Q) onde:
P é a soma da massa do carro vazio e as massas da porção dos cabos de comando e elementos da compensação (se instalada) suspensos no carro (kg);
Q é a carga nominal (kg).
NOTA 2 - Avaliação da reação no fundo do poço no instante da atuação do freio de segurança ou na atuação dos pára-choques
As reações (N) podem ser avaliadas como segue:
ü Debaixo de cada guia:
Dez vezes a massa da guia (kg) mais a reação (N) no instante da atuação do freio de segurança (se as guias estão suspensas, a reação nos pontos de fixação devem ser avaliadas por analogia com o caso de guias apoiadas no fundo do poço);
ü -Debaixo dos suportes dos pára-choques do carro:
40 vezes a massa (kg) do contrapeso.
NOTA 3-Gráfico ilustrando as folgas superiores. Ver a figura 1.
Carga nominal, (masa)/ Carga nominal, (massa)
Superficie útil máx. de cabina/ Área máxima da cabina

Carga nominal, (masa)/ Carga nominal, (massa)

Superficie útil máx. de cabina/ Área máxima da cabina
a) Por encima de 2 500 kg, añadir 0,16 m2por cada 100 kg más./ Acima de 2500 kgacrescente 0,16 m 2 para cada 100 kg adicionais.

Para cargas intermedias se determina la superficie por interpolación linePara cargas intermediárias a área é determinada porinterpolação line
al/ar.

ABNT NBR NM 207:1999 6.4.5
Interruptor de parada
Deve ser instalado na casa de polias, próximo ao ponto de acesso, um interruptor de parada que pare e mantenha parado o elevador, de modo que não haja possibilidade de engano quanto à posição de parada (ver 15.4.5). O interruptor deve atender os requisitos de 14.2.2.2.

ABNT NBR NM 207:1999 15.4.5
Sobre ou junto ao interruptor de parada na casa de polias, deve conter o símbolo "STOP" colocado de modo que não haja perigo de engano sobre a posição de parada.ABNT NBR 15597 Subseção 5.5.9

Dispositivo de parada no poço e na casa de polias

O poço e casa de polias devem ter dispositivos de parada de acordo com 5.7.2.4 e 6.4.5

da ABNT NBR NM 207:1999.
ABNT NBR NM 207:1999 5.7.2.4

5.7.2.4 Deve existir no poço, disponível para o pessoal de manutenção:
a) um interruptor, facilmente acessível da porta de acesso e do piso do poço, que pare o elevador e mantenha-o parado e que não tenha risco de engano sobre a posição de parada correspondente (ver 15.7);
Um interruptor adicional poderá ser requerido se estas condições não puderem ser atendidas simultaneamente por um único interruptor.

Este(s) interruptor(es) deve(m) atender os requisitos de 14.2.2.2.
b) Uma tomada elétrica atendendo 13.6.2;
c) Meios para ligar a iluminação da caixa (5.9).
ABNT NBR NM 207:1999 15.7

Poço
Sobre ou junto ao interruptor de parada do poço deve estar o símbolo ‘STOP’, colocado de modo que não haja perigo de engano sobre a posição de parada.

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.2.2
Outros dispositivos de parada
Os dispositivos de parada devem ser providos para parar e manter o elevador fora de serviço, incluindo as portas e deve estar situado:

a) No topo da cabina, numa posição facilmente acessível e no máximo a 1 m a partir do ponto de entrada para o pessoal de manutenção ou inspeção (Este dispositivo pode estar localizado próximo da botoeira de inspeção, se ele não estiver colocado mais que 1 m do ponto de acesso) (8.14);
b) Na casa de polias (6.4.5);
c) No poço (5.7.2.4).

ABNT NBR NM 207:1999 13.6.2

Devem ser previstas tomadas elétricas no topo da cabina, instaladas em locais visíveis e acessíveis. A alimentação para as tomadas elétricas no topo da cabina, nas casas de máquinas, na casa de polias (se existir) e no poço devem ser derivadas dos circuitos referidos em 13.6.1.
Essas tomadas elétricas são do tipo:
ü Dois pólos mais terra, 250 V, alimentados
ü Alimentadas a muito baixa tensão de segurança, de acordo com CENELEC HD 384.4.41 S1 item 411.
NOTA - O uso das tomadas elétricas acima não implica que o cabo de alimentação tenha uma área de seção transversal correspondente à corrente da tomada elétrica.
A área da seção transversal dos condutores pode ser menor, desde que tais condutores estejam corretamente protegidos contra correntes excessivas.

ABNT NBR NM 207:1999 5.9


Iluminação da caixa
A caixa deve ser provida com iluminação elétrica de instalação permanente, proporcionando iluminação mínima de 20 lx durante reparos e manutenção, mesmo quando todas as portas estão fechadas.
Esta iluminação deve compreender uma lâmpada a 0,5 m em cada um dos pontos mais alto e mais baixo da caixa e lâmpadas intermediárias com distância entre elas não superior a 7 m. Se for feito uso da exceção prevista no caso particular de 5.2.1, esta iluminação pode não ser necessária, se a iluminação elétrica existente nas vizinhanças da caixa for suficiente.

Capítulo 5 - Notas NOTA 1 -Avaliação das forças verticais durante a atuação do freio de segurança.
A força (N) em cada guia durante a atuação do freio de segurança pode ser avaliada aproximadamente aplicando as seguintes fórmulas:
a) Freio de segurança instantâneo:

1) Exceto o tipo de rolo cativo, 25(P+Q);
2) Rolo cativo, 15(P+Q).
b) Freio de segurança progressivo, 10(P+Q) onde:
P é a soma da massa do carro vazio e as massas da porção dos cabos de comando e elementos da compensação (se instalada) suspensos no carro (kg);
Q é a carga nominal (kg).
NOTA 2 - Avaliação da reação no fundo do poço no instante da atuação do freio de segurança ou na atuação dos pára-choques
As reações (N) podem ser avaliadas como segue:
ü Debaixo de cada guia:
Dez vezes a massa da guia (kg) mais a reação (N) no instante da atuação do freio de segurança (se as guias estão suspensas, a reação nos pontos de fixação devem ser avaliadas por analogia com o caso de guias apoiadas no fundo do poço);
ü -Debaixo dos suportes dos pára-choques do carro:
40 vezes a massa (kg) do contrapeso.
NOTA 3-Gráfico ilustrando as folgas superiores. Ver a figura 1.
Carga nominal, (masa)/ Carga nominal, (massa)
Superficie útil máx. de cabina/ Área máxima da cabina

Carga nominal, (masa)/ Carga nominal, (massa)

Superficie útil máx. de cabina/ Área máxima da cabina
a) Por encima de 2 500 kg, añadir 0,16 m2por cada 100 kg más./ Acima de 2500 kgacrescente 0,16 m 2 para cada 100 kg adicionais.

Para cargas intermedias se determina la superficie por interpolación linePara cargas intermediárias a área é determinada porinterpolação line
al/ar.

ABNT NBR NM 207:1999 6.4.5
Interruptor de parada
Deve ser instalado na casa de polias, próximo ao ponto de acesso, um interruptor de parada que pare e mantenha parado o elevador, de modo que não haja possibilidade de engano quanto à posição de parada (ver 15.4.5). O interruptor deve atender os requisitos de 14.2.2.2.

ABNT NBR NM 207:1999 15.4.5
Sobre ou junto ao interruptor de parada na casa de polias, deve conter o símbolo "STOP" colocado de modo que não haja perigo de engano sobre a posição de parada.

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