Aba de Proteção

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ABNT NBR 15597 Subseção 5.8.2
Prevenção do risco de pessoas caírem dento da caixa (protetor de soleira)
O carro deve ter protetor da plataforma de acordo com 8.4 da ABNT NBR NM 207:1999. Onde não for possível, ele deve estar de acordo com o Anexo D. 

ABNT NBR NM 207:1999  8.4
8.4 Protetores da soleira
8.4.1 A soleira da plataforma deve ser provida com um protetor estendendo-se em toda a largura da entrada de pavimento que faça face. A seção vertical deve estender-se para baixo por meio de uma dobra cujo ângulo com o plano horizontal deve ser no mínimo 60°. A projeção desta dobra no plano horizontal deve ser no mínimo 20 mm.
O protetor da soleira deve suportar uma força de 700 N distribuída numa área quadrada ou circular de 5 cm2, em qualquer posição, em ângulo reto, sem flexionar mais que 15 mm e sem deformação permanente.
8.4.2 A altura da parte vertical deve ser no mínimo 0,75 m.

ABNT NBR NM 207:1999  Anexo D
Anexo D (normativo)
Inspeções e ensaios antes de entrar em serviço
Antes que o elevador seja posto em serviço, as seguintes inspeções e ensaios devem ser realizados:

D.1 Inspeções
Estas inspeções devem cobrir em particular os seguintes pontos:
a)se houver uma autorização preliminar, comparação dos documentos submetidos nessa ocasião (anexo C) com a instalação, conforme ela tenha sido instalada;
b) verificação de que todas as exigências desta Norma foram atendidas;
c)inspeção visual da aplicação das regras de boa construção dos componentes para os quais esta Norma não tenha exigência especial;
d)comparação dos detalhes fornecidos nos certificados de aprovação para os elementos para os quais os ensaios de tipo são exigidas, com as características do elevador.
D.2 Ensaios e verificações
Estes ensaios e verificações devem cobrir os seguintes pontos:
a)dispositivos de travamento (7.7);
b)dispositivos elétricos de segurança (anexo A);
c)elementos de suspensão e suas amarrações. Devem ser verificados que suas características são aquelas indicadas nos documentos (16.2);
d)sistema de freada (12.4). O ensaio deve ser realizado com o carro descendo com velocidade nominal e com 125% da carga nominal e desligando a alimentação do motor e do freio;
e) Medidas da intensidade de corrente ou da potência e da velocidade;
f) fiação elétrica
1) medida da resistência da isolação dos diferentes circuitos (13.1.3). (Para estas medições todos os componentes eletrônicos serão desligados);
2) verificação da continuidade elétrica da conexão entre o terra da casa de máquinas e as diferentes partes do elevador susceptíveis de se tornarem ativos acidentalmente.
g)limitadores de percurso final (10.5);
h)verificação da tração (9.3);
1)a tração deve ser verificada fazendo diversas paradas com as freadas mais severas compatíveis com a instalação. A cada ensaio, deve ocorrer parada completa do carro;
O ensaio deve ser realizado:
- subindo com a cabina vazia, na parte superior do percurso;
- descendo, com a cabina carregada com 125% da carga nominal, na parte baixa do percurso.
2)deve ser verificado que a cabina vazia não deslocará para cima, quando o contrapeso se apoia em seus pára-choques totalmente comprimidos;
3)deve ser verificado se o balanceamento corresponde àquele do fabricante.
Esta verificação pode ser feita por meio de medições de corrente combinada com:
- medidas de velocidade para motores de corrente alternada;
- medidas de tensão para motores de corrente contínua.

        i)  limitador de velocidade;
1)a velocidade de desarme do limitador de velocidade deve ser verificada no sentido descendente do carro (9.8.1, 9.8.2, 9.8.3);
2)a operação de controle de parada estabelecida em 9.8.11.1 e 9.8.11.2.deve ser verificada em ambos os sentidos de movimento.
j)  freios de segurança do carro (9.7);
A energia que o freio de segurança é capaz de absorver no instante de atuação já foi verificada no ensaio de tipo. O motivo do ensaio antes de entrar em serviço é para verificar a correta montagem, a correta regulagem e a robustez do conjunto carro, freio de segurança, guias e suas fixações ao edifício.
O ensaio deve ser feito com o carro descendente, freio aberto, máquina acionando até que os cabos escorreguem ou tornem-se frouxos nas seguintes condições:
1)freios de segurança instantâneos ou freio de segurança instantâneos com efeito amortecido. A cabina deve ser carregada com a carga nominal uniformemente distribuída e a atuação deve ser feita à velocidade nominal.
2)freios de segurança progressivos. A cabina deve ser carregada com 125% da carga nominal uniformemente distribuída e a atuação deve ser feita à velocidade nominal ou menor sem freada elétrica ou mecânica da máquina.
Quando aplicável sob diferentes condições de velocidade, o fabricante deve dispor de curvas para ilustrar o comportamento do tipo de freio segurança progressivo ensaiado dinamicamente com as suspensões ligadas.
Para facilitar o rearme do freio de segurança, é recomendável que o ensaio seja realizado realizado defronte a porta de modo a facilitar o descarregamento da cabina.
Depois do ensaio, deve ser comprovado que não ocorreu nenhuma avaria que possa afetar o uso normal do elevador. Em casos excepcionais, se for necessário, elementos de atrito devem ser substituídos.
k)freios de segurança do contrapeso (9.7);
A energia que o freio de segurança é capaz de absorver no momento da atuação já foi verificada por ocasião do ensaio de tipo. O motivo do ensaio antes de entrar em serviço é para verificar a correta montagem, a correta regulagem e a robustez do conjunto carro, freio de segurança, guias e suas fixações ao edifício.
O ensaio deve ser feito com o contrapeso descendente, freio aberto, máquina acionando até que os cabos escorreguem ou tornem-se frouxos nas seguintes condições:
1)freios de segurança instantâneos ou freios de segurança instantâneos com efeito amortecido, atuado por limitador de velocidade, amortecido, atuado por limitador de velocidade com a cabina vazia;
2)freios de segurança progressivos. O ensaio deve ser realizado à velocidade nominal ou menor e com a cabina vazia sem a freada elétrica ou mecânica da máquina.
Quando aplicável sob diferentes condições de velocidade, o fabricante deve dispor de curvas para ilustrar o comportamento do tipo de freio de segurança progressivo ensaiado sob aplicação do contrapeso quando dinamicamente ensaiado com as suspensões ligadas.
Depois do ensaio, deve ser constatado que não ocorreu nenhuma avaria que possa prejudicar o uso normal do elevador. Em casos excepcionais, e se for necessário, os elementos de atrito devem ser substituídos.
l)pára-choques (10.3, 10.4);
1)pára-choques do tipo de acumulação de energia. O ensaio deve ser realizado do seguinte modo. O carro com a sua carga nominal deve assentar-se sobre os pára- choques, os cabos tornados frouxos, e a flecha deve ser verificada para ver se corresponde àquela dada pela curva característica requerida no anexo C
2)pára-choques do tipo de acumulação de energia com movimento de retorno amortecido e pára-choques de dissipação de energia.O ensaio deve ser realizado do seguinte modo.
O carro com a sua carga nominal ou o contrapeso deve ser trazido em contato com os pára-choques à velocidade nominal ou à velocidade para a qual o percurso dos pára- choques foi calculado, no caso de uso de pára-choques de percurso reduzido com verificação do retardamento (10.4.3.2).
Depois do ensaio, deve ser constatado que não ocorreu nenhuma avaria que possa prejudicar o uso normal do elevador.m)dispositivo de alarme (14.2.3).

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